segunda-feira, 26 de julho de 2010

Highlights - Festival de Inverno 2010



Quem gosta de cerveja sabe: a bebida também tem espaço no inverno. E olha só, ela pode ser feita em casa. A produção caseira cresce 30% ao ano. No fim de semana, em Votorantim, teve até concurso pra escolher a melhor cerveja caseira do estado.

O Brasil é o quarto maior consumidor de cerveja do mundo. Mas, proporcionalmente, fica atrás de muitos outros países. Enquanto aqui o consumo médio per capita é de 50 litros por ano, na Alemanha chega a 150.

Alexandre Bazzo, que se formou em engenharia de alimentos, montou a própria cervejaria cinco anos atrás. A produção cresce em um ritmo anual de 30%. A associação dos cervejeiros artesanais de São Paulo também estima que quinhentas pessoas no estado produzam cerveja caseira.

A fabricação leva um mês, mas no preparo são gastos de 6 a 8 horas. Em um concurso, em Votorantim, a disputa é para saber qual, entre tantas, é a melhor. Uma avaliação que leva em conta vários quesitos. Aroma, aparência e sabor, entre eles. O que não é difícil para muitos é experimentar cada uma, fazer as comparações. São entendidos do assunto. Não só apreciadores, mas gente que faz da produção da cerveja um hobby.

Fonte: Tem Mais.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Cerveja Azul



Depois de um monte de cervejas japonesas bizarras, chegou a cerveja azul. Feita com água retirada de icebergs derretidos a Okhotsk Blue Draft contém em sua fórmula alga marinha microscópica (seaweed) para conseguir sua cor azul. Segundo a matéria original o gosto não é diferente da cerveja tradicional.




Nota da Sorocabana: Mais estranho que essa cerveja só esse japinha ridículo, rs.

Fonte: AllBeers

segunda-feira, 12 de julho de 2010

ACervA Paulista em Monte Verde / MG

A brassagem no meio da avenida começou cedo



Como diria meu amigo David Figueira: UM PETÁCULO!

Esse fim de semana - dias 09,10 e 11 de Julho - A Acerva Paulista realizou mais um evento memorável! Sim, brassamos uma cerveja em plena Avenida Monte Verde! Um evento que fica marcado como um dos melhores já realizados pela associação.

O objetivo era levar até o público, o quão fácil e sem complicações é produzir uma cerveja. A reação do público foram as mais variadas. Mas o que pudemos notar foi a surpresa entampada na face de todos que passaram por lá durante a brassagem. Paravam, perguntavam, tiravam fotos e degustavam as cervejas caseiras levadas até o evento. Resultado: Sucesso!

No primeiro dia a descontração foi a palavra de ordem. O pessoal se reuniu no Beija-Flor e não perdeu tempo.



Como a brassagem estava marcada para o sábado, tiramos a sexta para aproveitar a cidade e seus atrativos. Por sorte de todos, Monte Verde é conhecida pela sua vasta carta de cervejas especiais, servidas pelos seus restaurates e bares. Graças a gentileza sem tamanho do Fabio do Restaurante Beija-Flor, tranformamos o local em ponto de encontro para os cafés da manhã e a brassagem de sábado. tivemos um suporte que realmente fez toda a diferença e foi parte importante do sucesso do evento.

Jörg Schwabe, proprietário da Cervejaria Fritz, explicando seus processos.



Durante a tarde de Sexta, fizemos uma visita a Cervejaria Fritz, uma cervejaria local que produz suas cervejas artesanalmente. Seu anfitrião, Jörg Schwabe, nos recebeu muito gentilmente e preparou algumas supresas. Além da degustação de algumas cervejas em produçlão na fábrica, fomos agraciados com a presença dos Irmãos Fuchs, uma banda legitimamente alemã e que fez a festa com o pessoal durante a permanencia no bar, que ficava em sobre a cervejaria. Após toda essa recepção fomos para o "Chateau da Acerva Paulista" onde nos encontramos para tomar cerveja e conversar aquecidos por uma boa fogueira.

Os Irmãos Fuchs mandaram ver nas Polkas! Animação garantida.



Pessoal reunido em volta da fogueira. Cada palmo de terra aquecida era disputado ferrenhamente, rs.



Enfim chegou o sábado! A brassagem começou cedinho e até as 10 da matina todo aparato estava armado. As pessoas estranharam... olharam... rodearam... foi muito engraçado! Mas depois que a cerveja estava na panela, eles se aproximaram e começaram a fazer suas perguntas. Muita gente apareceu durante a brassagem, e literalmente paramos a vila com a nossa visita. A brassagem era uma Brown Ale, com chocolate e um adjunto abundante na cidade, o Pinhão. Fica um pouco complicado descrever as sensações do momento, pois só quem estava lá conseguiu sentir a energia do ambiente. Definitivamente, diminuir o espaço entre a cerveja e o público, coisa que as grandes cervejarias sempre fizeram questão de não fazer, foi uma sensação indescritível. Me lembro de um jovem que passava por lá e sorria como uma criança de 12 anos ao ganhar seu primeiro videogame... foi uma coisa realmente fora de série. Homens e mulheres paravam para perguntar, e se assustavam ao descobrir que é possível sim fazer cerveja em casa! Realmente não tenho palavras para isso. Missão cumprida com louvor pela Acerva Paulista!

A Brewsculpture virou a atração dos turistas.



Marta Rocha, como sempre, dando o ar da graça.



Marta Rocha carregada com os donativos... e alguns entusiastas, rs.



Após concluída a brassagem, nos retiramos para a base da Acerva. Lá preparávamos um churrasco regado a muita Falke, Colorado e cerveja caseira. Resultado? Nem preciso comentar, rsrsr..!

Chateau da Acerva Paulista: palco central de toda a bagunça cervejeria.



A Acerva Paulista gostaria de deixar aqui o mais profundo agradecimento a todos que participaram deste encontro, sócios e amigos que vieram de vários pontos de SP e MG. Porém seria injusto não citar alguns nomes:
A Secretaria de Turismo de Camanducaia/MG.
Ao Fábio do Bar Beija Flor, por todo suporte.
Ao Chico dos Lamas que deu todo suporte na brassagem e apoio no transporte da nano-cozinha
Ao Elso dos Lamas que conseguiu aprender a pilotar a Marta Rocha e pelo apoio logistico
Ao Christoph por todo infinito suporte e presteza.
A Vanesca, esposa do Renato, que pacientemente vestiu a camisa da Acerva e pulou para dentro do balcão e ajudou a servir as cervejas-desgustução para todos os curiosos do dia.
Ao Afonso e a Priscila por mais um vez apoiarem o evento e nos doar todos os insumos usados na brassagem.
Aos Falcones (Marco e Ronaldo) por abrilhantarem o evento com sua presença e a apoio.
Ao Cristiam, José Bento e Fabiana os guerreiros da Acerva Mineira que derem uma força enorme para tudo isso se concretizar.
A todos os sócios que panfletaram, explicaram e suaram a camisa nos 10ºC que fazia lá.
E...por último a Cervejaria Colorado por tamanha generosidade e apoio em sempre nos ajudar.

Um grande abraço.

sábado, 3 de julho de 2010

Ela está de volta!



Mais cheirosa... mais bonita... muito mais gostosa!
Aguardem.

Sorocabana Tropeira - Prévia



Olá!

Hoje resolvi abrir uma garrafa para saber a quantas anda a carbonatação da Troperia.
Devido ao pouco tempo de priming (espero) ela ainda não gerou muito CO² para ficar com a carbonatação ideal. Meu temor era que não houvesse muito fermento ativo dentro das garrafas para consumir o açúcar do priming, mas creio que isso não irá acontecer.

Notei que muitos sabores já arredondaram depois de engarrafada. Amargor presente, porém não persistente, suave dulçor - que tende a diminuir de acordo o priming for consumindo - muito caramelo, malte e lúpulo. No aroma um frutadinho bem discreto, mas que sumirá de com a maturação na garrafa. No retrogosto um presente - pero non molto - sabor de Pinus. Isso se deve, acredito, ao dry hopping feito durante 16 dias.
O corpo é bem leve, fazendo com que a Tropeira seja uma cerveja bem refrescante. Coloração marrom acobreado, deixando evidente um vermelho muito bonito quando está pela metade do copo.

Infelizmente a espuma não pintou ainda, por isso não posso dar meus pareceres finais sobre os aromas. Creio que daqui uns 14 dias, ela estará no ponto, apesar de ser uma receita que tende a ficar melhor depois dos seus 60 dias na garrafa.

É esperar para ver!
Abraço.